Ninguém mente
Vinte casas, um corpo em cada uma. O livro que abre a série e ensina a ler uma planta.
Uma planta, alguns suspeitos e as suas declarações. Ninguém mente: só há uma maneira de os colocar a todos.

Oitenta casos por volume em vinte cenários, ordenados por dificuldade medida e explicados passo a passo.
Vinte casas, um corpo em cada uma. O livro que abre a série e ensina a ler uma planta.
A neve corta a estrada, a casa enche-se de convidados e alguém não chega à véspera de Natal.
Comboios, navios, aviões e submarinos. Daqui não sai ninguém até estar resolvido.
Vinte casas do mundo, cada uma fechada por uma razão diferente: a monção, o gelo, a cheia.
Cada caso foi verificado por dois programas diferentes e por força bruta. Nunca há duas respostas possíveis, e nenhum passo obriga a adivinhar.
A solução não é uma grelha preenchida: é o raciocínio inteiro, passo a passo, dizendo que declaração obriga a cada coisa.
As declarações são escritas a partir da gramática de cada idioma. Nunca se traduz uma frase, portanto nenhuma tradução torna um caso insolúvel.

Crimes que se resolvem a lápis: nem perícia, nem álibis, nem intuição.Quando todos dizem a verdade, só sobra um lugar para cada um.